Se a Fliporto fosse um rio
a poeta Lucila seria
o vento que inventa as ondas
de altas cristas cristalinas.
Se a Fliporto fosse um fogo
que acende o sol e as estrelas,
Lucila, mais do que chama,
seria a límpida flama.
Se fosse Escola de Samba,
empolgação verdadeira,
mais que madrinha, Lucila
seria porta-bandeira.
Se a Fliporto fosse pássaro,
desses que varam o mar,
dele Lucila seria,
além de asas, o cantar.
desses que varam o mar,
dele Lucila seria,
além de asas, o cantar.
Mas Fliporto é o Festival
transnacional como o verde
do pernambucano atlântico,
mar de Porto de Galinhas,
praça de luz que não cessa,
porque fundada no tempo
pelo cântico orvalhado
da poeta Lucila Nogueira.
Thiago de Mello
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